F de Fiama: Vaga Luz

Sinopsis


“Qualquer coisa que nos muda a escala do olhar.”
Fiama Hasse Pais Brandão

Vaga Luz é um dispositivo especulativo que explora, entre arquivos formais e informais de Fiama Hasse Pais Brandão, do Grupo de Teatro Hoje e de Jorge Peixinho, possibilidades para o teatro que Fiama sonhou. Equilibrada entre poesia e teatro, surrealismo e revolução, Fiama ensaiou ao longo do século XX um teatro futuro — irradiado pelos sentidos e pela introspeção — que atravessa a sua escrita, tradução, dramaturgia e encenação. Vaga Luz nasce depois da reconstrução da sua única encenação, Mariana Pineda, de Lorca. Um escombro e um desejo. Se acreditamos ser possível mergulhar adentro de alguém pela sua obra, então este é a convocação dos fantasmas de um teatro-futuro que Fiama pressentiu, mas não chegou a erguer.

Ficha técnica


Creación - UN COLECTIVO
Interpretación - Cátia Terrinca
Dramaturgia –  Cátia Terrinca e Ricardo Boléo
Escenografía –  Bruno Caracol
Sonoplastia, vídeo e Desenho de Luz - João P. Nunes
Disfraces - Raquel Pedro
Operação de Som – Sara Santos
Apoyo a la creación - Daniel Gorjão
Apoyo a la producción – Luís Eduardo Graça e Rui Salabarda
Hoja de habitación –  Sara Marques

Producción - UN COLECTIVO
Apoios e Coproduções – República Portuguesa | Cultura – Direção Geral das Artes, Teatro Municipal São Luiz, Centro de Artes e Espetáculos de Portalegre, Cineteatro Joaquim de Almeida, Cineteatro Louletano, Teatro Cinema de Torres Vedras, Município de Ponte de Sor e Município de Setúbal
Gracias. João Nuno Cruz